O encontro técnico da cultura da atemoia, realizado na última sexta-feira, dia 14, na fazenda Ito, no bairro Capim Limão, que fica às margens da SP 250, na estrada que liga Capão Bonito a São Miguel Arcanjo, reuniu dezenas de produtores da fruta na propriedade rural que é uma das mais destacadas na fruticultura de Capão Bonito.
O encontro promovido pela Secretaria Estadual da Agricultura, através da CATI (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral) com apoio de produtores da região, como as fazendas Ito e Tomasetto e patrocinado por empresas como a Amazon AgroSciences.
Segundo o coordenador da CATI de Itapetininga, Luiz Carlos de Carvalho Leitão, a região tem produção em cidades como Capão Bonito, Itapetininga, Paranapanema, Angatuba, São Miguel Arcanjo e Pardinho e o clima e a altitude justificam o crescimento da produção da fruta nas cidades do Sudoeste. Além de produtores da região, estiveram presentes representantes de 28 cidades e dos estados de Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e do Distrito Federal.
O evento contou com várias palestras no período da manhã e após as informações teóricas foi feita uma visita ao campo com os instrutores Theo Daamen e Osmair Tomasetto.
Para o produtor e consultor Valdir Tanabe, de Itapetininga, a produção da fruta pode ser uma alternativa interessante para os pequenos e médios produtores da região, mas exige muita tecnologia e frequente qualificação. Um pé de atemoia demora 4 anos para começar a produzir e atinge seu auge com 8 anos de idade.
A atemoia é uma fruta originária da junção da ata (fruta do conde) e a cherimoia, sendo originária da Ásia, e a sua produção vem crescendo no Brasil.









