Suzano promove restauração ecológica em áreas nativas de Itararé e Itapeva

No mês em que é celebrado o Dia de Proteção às Florestas, 17 de julho, a Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto, oficializa a realização de um dos maiores projetos de restauração ecológica do Estado de São Paulo, em suas áreas nos municípios de Itararé e Itapeva. A iniciativa integra o Programa de Restauração Ecológica da companhia e contempla a recuperação de aproximadamente 2 mil hectares de matas e campos nativos em áreas de preservação.
Localizada em uma região de contato entre os biomas Mata Atlântica e Cerrado, a área abriga ambientes com alta diversidade de espécies da fauna e da flora, campos, savanas e florestas nativas, cuja conservação é essencial para manter o equilíbrio ecológico, a funcionalidade dos ecossistemas e o bem-estar das comunidades no entorno.

“Guiados pelo propósito de renovar a vida a partir da árvore, assumimos o compromisso público de proteger a biodiversidade e os recursos naturais nos territórios onde atuamos. Por isso, investimos em iniciativas como o Programa de Restauração Ecológica, que tem como objetivo recuperar áreas nativas degradadas e fortalecer os ecossistemas”, destaca Paulo Ricardo da Silva Rodrigues, coordenador da área ambiental da Suzano.

A ação de restauração ecológica na região será iniciada em agosto deste ano com a remoção dos maciços de árvores de pinus e de eucalipto que estão em Áreas de Preservação Permanente (APP) e de Reserva Legal (RL), em conformidade com a Lei Federal de Proteção da Vegetação Nativa (Lei n.º 12.651/2012). Após essa etapa, será realizado o controle de novas brotações de pinus, a condução da regeneração natural e demais técnicas indicadas por especialistas no tema, conforme a necessidade de cada local. A Suzano mantém uma política de desmatamento zero em suas operações florestais, operando somente em áreas que já eram ocupadas por outras culturas anteriormente. Atualmente, a Suzano mantém e protege 1,1 milhão de hectares de vegetação nativa, o que representa cerca de 40% de sua área total.

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