Pensando no futuro

O ano de 2026 está começando e muitas coisas precisam ser resolvidas em cidades da região.

Em Capão Bonito, após um final de 2025 em comemoração pela reforma de parte do Parque das Águas, obra esta iniciada em 2020, há ainda muitos temas a serem resolvidos pelos gestores municipais.

A obra de construção do Centro de Convivência na região central, que deve acabar com o antigo e centenário campo de futebol do Esporte Clube Capão Bonito, promete novos capítulos ainda. Há também outras obras que estão fazendo aniversário e precisam de uma resolução efetiva, como a da escola da região central, o novo centro  de especialidades e da interminável reforma da escola da Nova Capão Bonito. Tudo isso, sem falar do empréstimo de 25 milhões  de reais que deve ser contraído com a Caixa Econômica Federal e que deve comprometer as finanças da prefeitura até o final desta década.

Cidades vizinhas, como Buri e Ribeirão Grande, estão caminhando relativamente bem com as contas municipais e com realizações sendo feitas, como concessão de reajustes salariais e promoção de festas comemorativas ao aniversário das cidades. Portanto, nestes dois casos, apesar das dificuldades que são impostas aos municípios, se tem perspectiva de que os problemas estão ou serão solucionados.

Por fim, o caso mais preocupante dos municípios de circulação de O Expresso, é Guapiara. A prefeitura guapiarense fechou 2025 deixando muitas perguntas sem respostas, inclusive, com uma ação movida pelo Ministério Público da Comarca impedindo a realização de uma festa, que chegou a ser taxada pelo órgão fiscalizador do Judiciário como uma autêntica irresponsabilidade fiscal dos atuais gestores, que precisam dar uma resposta à opinião pública regional.

No caso guapiarense, muitos fatos relativos a 2024 não foram devidamente esclarecidos em 2025 e precisam de uma resolução neste ano que se inicia, principalmente em relação as dívidas da prefeitura e da quitação de pendências com servidores contratados para a área da saúde.

Que neste ano os gestores municipais, que são responsáveis pela prestação de serviços públicos para as cidades da região, resolvam as demandas de cada localidade e que foquem no que é prioritário para a população e que, acima de tudo, ajam de forma responsável com as finanças públicas e, se necessário, recoloquem as contas no rumo certo, mesmo que isto seja penoso. O mais importante é que o futuro das cidades não seja comprometido por gestores irresponsáveis.

Veja também