Nova determinação incluiu na proibição de atendimento presencial lojas de materiais de construção e de produtos e insumos agrícolas
O comércio classificado como “não essencial” pelas autoridades públicas, continuará sofrendo medidas de restrições até o dia 11 de abril, conforme decreto do prefeito Julio Fernando publicado nesta última quinta-feira, dia 1º.
Segundo o novo decreto, estão proibidos de prestarem atendimento presencial os estabelecimentos considerados “não essenciais” como loja de roupas, calçados, móveis, presentes, academias, salões de beleza, barbearias, escritórios, bares, lanchonetes, restaurantes e similares.
O documento municipal incluiu também nas restrições da Fase Emergencial o atendimento presencial em lojas de materiais de construção, produtos agropecuários, insumos agrícolas e assistência técnica. Os estabelecimentos proibidos de abrirem as portas aos consumidores poderão utilizar os sistemas delivery (24 horas por dia) e drive thru (das 05h00 às 20h00).
Já o comércio classificado como “essencial” poderá funcionar com atendimento presencial, mas com horário reduzido das 06h00 às 18h00, como supermercados, mercearias, quitandas, padarias e postos de combustíveis,
Profissionais da Saúde consultados pelo jornal O Expresso afirmam que as medidas são necessárias para manter a funcionalidade da estrutura hospitalar disponibilizada em Capão Bonito aos pacientes da Covid-19, entretanto, a fiscalização por parte da Prefeitura continua “deixando a desejar”.
“No papel é uma coisa, mas a realidade nas ruas é totalmente outra. Praticamente tudo está aberto e funcionando, desde salão de beleza até as lojas da rua Direita (Floriano Peixoto). Ou abre ou fecha, pois assim fica mais fácil implantar e orientar sobre as medidas de proteção aos comerciantes em funcionamento. Infelizmente, a política parece ser mais importante que a saúde das pessoas”, disse a profissional da Saúde que pediu para não expor seu nome.









