Por Luísa Tamura Ferrazzi
A corrida rumo à Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá, está em ritmo acelerado. As eliminatórias Sul-Americanas têm mostrado mais uma vez o equilíbrio e a intensidade característicos da região, onde cada ponto conquistado pode definir o destino de uma seleção.
A Seleção Brasileira, agora sob o comando do técnico Carlo Ancelotti, vive um momento de reconstrução e ajustes. Após resultados irregulares no início da campanha, o time voltou a vencer em junho, com uma atuação segura diante do Paraguai, vencendo por 1 a 0, com gol de Vinícius Júnior. Antes disso, o empate sem gols contra o Equador, fora de casa, marcou a estreia do novo treinador e mostrou que a equipe ainda busca consistência.
Com esses resultados, o Brasil soma 22 pontos e ocupa atualmente a 4ª colocação na tabela, mantendo-se na zona de classificação direta para o Mundial. As eliminatórias Sul-Americanas classificam os seis primeiros colocados, e o sétimo ganha a chance de disputar uma repescagem intercontinental.
Além do Brasil, seleções como Argentina, Uruguai e Colômbia também vêm se destacando, com boas campanhas e elencos renovados. O destaque individual fica por conta de nomes como Lionel Messi, Darwin Núñez e os jovens talentos que surgem a cada rodada, mostrando que a América do Sul continua sendo um celeiro de craques.
A próxima rodada das eliminatórias está marcada para setembro, quando o Brasil enfrentará o Chile em casa e, na sequência, a Bolívia fora. Até lá, a comissão técnica terá tempo para trabalhar o entrosamento da equipe e buscar soluções ofensivas mais eficazes.
Com a aproximação da Copa, cresce a expectativa dos torcedores. Cada jogo carrega o peso da tradição, da rivalidade e da paixão de milhões. As eliminatórias da América do Sul, mais uma vez, provam porque são consideradas as mais difíceis e emocionantes do mundo.










