Os burienses passarão a contribuir com a iluminação pública do município a partir deste ano de 2018. O projeto de lei 74/2017 foi aprovado pelos vereadores no ano passado.
Na ocasião, a votação foi bem turbulenta e além de mobilizar parte da população, criou racha entre governo municipal e alguns vereadores da base aliada, que mais tarde manifestaram estar sofrendo possíveis boicotes, por terem sido contrários a proposta de criação da CIP (Contribuição de Iluminação Pública) enviada pelo prefeito Omar Chain.
Os contrários a criação da taxa foram os vereadores Naldo Correa, Pipo Fonseca, Lorevilson Machado Cavalcante e Ronaldo Danilo. Os quatro vereadores decidiram acompanhar aos anseios dos populares presentes no Plenário também contrários a contribuição, sob alegação de que a crise econômica que afeta o país e também atinge as famílias burienses, não comportaria tais aumentos, apesar de se dizerem favoráveis a manutenção e a expansão da iluminação pública na cidade.
Já os favoráveis a contribuição foram Renatinho Vieira, Rafael de Oliveira Comeron, Fano Spaluto, Chico Lopes, Dorival Soares (Califórnia) e Celso Caiubi. A justificativa de alguns deles para o pagamento da taxa, segue a proposta sugerida pelo governo municipal de levar e ampliar a iluminação pública em locais onde não existem os serviços.
A cobrança está dividida em duas categorias: Residencial de R$ 4, 98/mês e Comercial de R$ 9,96/mês.









