Um dos projetos da atual administração municipal de Capão Bonito é incentivar a atividade industrial no município.
Pensando nisso, foi implantado o Distrito Industrial II e também feitas ações para regularizar o Distrito Industrial I que foi lançado em 1992 e ainda sofre com falta de infraestrutura e regularização da sua documentação.
O maior entrave para regularização do Distrito I, denominado Abib Elias Daniel, é a não quitação do terreno de 10 alqueires que foi desapropriado e que se arrastou em demanda judicial desde a sua implantação.
Sabendo que a quitação do débito é fundamental para que a prefeitura possa dar documentação às empresas lá instaladas e com isso elas possam ter maior segurança jurídica e até mesmo possam conseguir fazer empréstimos junto a instituições financeiras dando co-mo garantia o imóvel, a gestão do prefeito Marco Citadini determinou que fossem feitos esforços para pagamento do débito.
E de forma parcelada está sendo quitado desde o ano de 2019 em parcelas mensais de cerca de 70 mil reais a dívida que atualmente fica em cerca de R$1.800.000,00.
Desde que começou a ser quitada a dívida já foram pagos R$ 760.083,66 fazendo com que o total restante em agosto esteja em R$ 984.773,69.
Como as parcelas vão continuar a serem pagas por determinação do prefeito Marco Citadini até o final do ano, o débito ficará em pouco mais de 700 mil reais, sendo quitado mais de 60% do total da dívida.
“Até o final de 2021 a prefeitura quitará mais este débito. O prefeito Marco Citadini tem agido como gestor, quitando as dívidas com o Desenvolve SP, com ex-vereadores e agora vai quitar mais de 60% de uma desapropriação de 1992. Além de pagar contas ainda fez muitas obras sem endividar a prefeitura”, disse o secretário de Administração e Finanças, André Zacarias.
A quitação do débito com os donos da área do Distrito Industrial I também é aguardada com ansiedade por empresários que atuam no local, já que após a quitação a prefeitura poderá dar a documentação definitiva para as empresas que já estão instaladas no local há décadas.
Um dos empresários que há anos pede a regularização é Braz Lucchi, da empresa que faz embalagens para a indústria siderúrgica e também para o setor de resinagem. “Há anos esperamos pela documentação e caso isso ocorra vamos poder ter mais tranquilidade para tocarmos nossas empresas”, disse o empresário.









