Enquanto o poder público adormece em um sono econômico profundo, empresários e empreendedores assumem o protagonismo na condução do fomento produtivo de Capão Bonito. Já dizia o Barão de Itararé: “De onde se espera que não venha nada, é de lá mesmo que não vem”.
Não há problema algum em assumir o desconhecimento com relação à economia. O próprio presidente da República, Jair Bolsonaro, expressou essa sinceridade em sua campanha eleitoral em 2018, transferindo o encargo ao então Posto Ipiranga Paulo Guedes.
Por aqui, sequer identificamos um Posto Ipiranga oficial, e após alguns anos de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico, entramos no túnel do tempo em uma nova e triste viagem ao passado. O sentimento de arrependimento é nítido na cidade, mas, o respeito à vontade popular sempre deve prevalecer.
Se há um descontentamento majoritário, a população terá a oportunidade de se expressar democraticamente em 2024, e enquanto isso, botamos fé e esperança nos corajosos empresários e empreendedores pelos olhos de águia na economia local.
Os investimentos privados atraídos nos anos de 2019 e 2020 começam a dar volume à prosperidade da cidade. Os políticos até tentam levar vantagem nisso, mas o percentual de acerto é minúsculo.
Há grandes e claras oportunidades econômicas em Capão Bonito e região, voltadas, principalmente, às potencialidades e matérias-primas abundantes nos setores de Reflorestamento, Agricultura, Mineração, Meio Ambiente, Turismo e rede de prestação de serviços.
O bom cheiro da cidade já atraiu mais uma empresa, a Comercial Tedesco, que irá processar e agregar valor à produção de Citrus para exportação. Serão mais 30 empregos e sem os braços da Prefeitura.









