Em 2023 o TCE rejeitou o contrato de compra dos notebooks por ter constatado várias irregularidades na aquisição dos 500 aparelhos. Entre as irregularidades estava a de que o preço pago pela prefeitura, que foi de R$ 3.850,00 era maior do que constava no site do fabricante, que vendia o mesmo aparelho por R$ 3.149,10 para pagamento à vista.









