Setor de Comércio e Serviços é o que mais gera emprego e renda em Capão Bonito

REPORTAGEM D’O EXPRESSO

Ao longo do dia, vivenciamos e usamos vários tipos de serviço, sejam eles produtivos (seguro, transações bancárias, corretagem, comunicação), de distribuição de bens (comércio, transporte e armazenagem), sociais (educação, saúde e lazer) e pessoais (restaurantes, salão de beleza, hotelaria), entre outros.
Esses setores, que correspondem à venda de produtos e aos serviços comerciais oferecidos à população, são os que mais geram emprego e renda na economia capão-bonitense.
Considerado como um dos propulsores do desenvolvimento econômico no País, nos últimos anos o setor também ajudou a aumentar a competitividade de Capão Bonito em diversos setores produtivos, gerando em 2016, quase 4.000 empregos com carteira assinada, sendo 2.137 do setor de Comércio, e 1.765 postos de trabalhos na área de Serviços.
Esses empregos estão concentrados principalmente em subsetores como comércio de veículos, objetos pessoais e domésticos, combustíveis, alimentos, além das atividades imobiliárias, aluguéis e serviços prestados às empresas como jurídico, contabilidade, consultoria, entre outros. Apesar de sua força econômica no município, o setor de Comércio fechou o ano de 2016 com saldo negativo de 87 empregos, mais um reflexo da crise econômica que atingiu o país nesses últimos dois anos. O setor contratou 661 trabalhadores, porém, houve 748 demissões no ano passado. O mesmo fenômeno ocorreu no setor de Serviços, com 513 contratações e 553 desligamentos.
A crise econômica também atingiu em cheio o setor da Construção Civil. Com a queda nas vendas, as empresas do segmento não encontraram outra forma de equilíbrio financeiro a não ser diminuir o número de funcionários. Em Capão Bonito, a Construção Civil encerrou 2016 com saldo negativo de 28 empregos.
A Agricultura, considerada o ponto alto do PIB (Produto Interno Bruto) do município, e a Indústria de Transformação, foram os únicos setores que conseguiram concluir o ano de 2016 com saldos positivos na geração de emprego.
O setor agrícola contratou 1.274 trabalhadores e demitiu 1.251. Já na Indústria de Trans-formação, os números foram mais tímidos, porém, positivos com 332 contratações e 277 demissões.

Veja também